PAMERGAN 25MG
PAMERGAN 25MG - Informações Básica
- Sub: Cloridrato de prometazina
- Lab: Cristalia
- Ter: não disponível
Não utilize medicamento vencido. Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez ou se estiver grávida, durante o tratamento com este medicamento, ou após o seu término.
Não deve ser usado se a paciente estiver amamentando. Siga corretamente a orientação médica, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis como náusea, vômito ou qualquer tipo de reação alérgica. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. Durante o tratamento com o produto o paciente não deve ingerir bebidas alcoólicas. NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE
Adicionalmente ao seu efeito anti- histamínico, o cloridrato de prometazina proporciona clinicamente efeitos sedativo e antiemético.
Os efeitos clínicos aparecem dentro de 20 minutos após a administração e duram aproximadamente de 4 a 6 horas, embora possa persistir por um período de 12 horas.
A Prometazina é metabolizada pelo fígado.
Os anti-histamínicos são contra-indicados para uso no tratamento dos sintomas do trato respiratório inferior incluindo asma.
Esta droga pode aumentar, prolongar ou intensificar a ação sedativa de depressores do SNC, como o álcool, hipnóticos sedativos (incluindo barbitúricos), anestésicos gerais, narcóticos, analgésicos narcóticos, tranqüilizantes, etc.
Quando a prometazina é dada concomitantemente com barbitúricos, a dose deste deve ser reduzida pela metade.
A posologia deve ser individualizada.
A prometazina deve ser usada cautelosamente em pacientes com doença cardiovascular ou função hepática diminuída.
Em pacientes com dor, a prometazina em doses maiores pode causar inquietação e hiperatividade motora, sendo que, estes sintomas desaparecem com o controle adequado da dor. Pacientes em tratamento com Pamergan( devem ser avisados dos riscos em operar máquinas ou dirigir veículos, devido à possível diminuição das habilidades mentais e/ou físicas Uso na Gravidez: O uso seguro da prometazina durante a gravidez ainda não foi estabelecido, em relação aos possíveis efeitos adversos do desenvolvimento fetal.
Entretanto, o uso desta droga deve ser analisado quanto ao risco e benefício para o desenvolvimento fetal. Amamentação: Não se sabe se a prometazina é excretada no leite materno, mas cautela deve ser tomada quando for administrada em mulheres em período de amamentação. Uso em Pediatria: Em doses excessivas de anti- histamínicos, incluindo a prometazina, pode causar alucinações; convulsões e morte em crianças. Os antieméticos não são recomendados para o tratamento de vômito simples em crianças, e seu uso deve ser limitado a vômito prolongado de etiologia conhecida.
Os sintomas extrapiramidais que podem ocorrer secundariamente ao uso do Pamergan( podem ser confundidos com os sinais da doença primária não diagnosticada do SNC, como por exemplo, encefalopatia ou Síndrome de Reye.
O uso de Pamergan( deve ser evitado em crianças com sinais ou sintomas que sugerem Síndrome de Reye ou outra doença hepática. Outros: As drogas com propriedades anticolinérgicas devem ser usadas com cautela em pacientes com ataque asmático; glaucoma de ângulo estreito; hipertrofia prostática; úlcera péptica; obstrução piloroduodenal e obstrução no colo da bexiga. O Pamergan( deve ser usado com cautela em pacientes com depressão da medula óssea.
O uso do Pamergan( associado com outros agentes tóxicos conhecidos pode causar leucopenia e agranulocitose. Quando usado intravenosamente, o cloridrato de prometazina deve ser dado em uma concentração que não ultrapasse 25 mg/ml e velocidade que não exceda 25 mg/min.
Outras reações são: reações extrapiramidais; vertigem; lassitude; tinido; incoordenação; fadiga; turvação visual; euforia; diplopia; nervosismo; insônia; tremores; convulsões; crises oculogíricas; excitação; estados do tipo catatônico e histeria. Efeitos Cardiovascular: Taquicardia; bradicardia; vertigem; aumento ou diminuição da pressão arterial e trombose venosa.
A administração pela via intra- arterial pode resultar em gangrena da extremidade afetada. Gastrintestinal: Náusea e vômito Reações Alérgicas: Urticária; dermatite; asma; fotossensibilidade e edema angioneurótico. Outros: Leucopenia e agranulocitose; trombocitopenia púrpura e icterícia do tipo obstrutiva.
A icterícia é geralmente reversível quando a droga é descontinuada; secura da boca.
Injeção subcutânea pode resultar em necrose do tecido. Testes Laboratoriais: Os testes de gravidez baseados em reações imunológicas entre HCG e anti- HCG pode resultar em resultados falso-negativos ou falso-positivos. O teste de tolerância à glicose pode apresentar-se aumentado. Em crianças após uma administração simples de prometazina pode ocorrer hiperexcitabilidade e movimentos anormais ou ainda reações semelhantes à superdosagem como depressão respiratória; pesadelos; delírios e comportamento agitado.
Nestes casos, a prometazina deve ser descontinuada.
As doses usuais diárias recomendadas a seguir preenchem as necessidades da maioria dos pacientes, embora existam casos que necessitem doses mais elevadas. Alergia: A dose média é de 25 mg para iniciar o tratamento.
Após isso a dose deve ser ajustada à menor quantidade necessária para produzir efeito. Enjôos de Viagem: A dose média inicial é de 25 mg duas vezes ao dia, metade da dose deve ser tomada antes de iniciar a viagem e repetida 8 ou 12 horas mais tarde, se necessário. Náuseas e Vômitos: A dose eficaz tanto para adultos como para crianças é de 25 mg; quando a dose oral não é possível, utilizar a via parenteral.
A dose pode ser repetida, se necessário, a intervalos de 4 ou 6 horas. Sedativo: Este produto diminui a apreensão e induz um sono suave do qual o paciente pode ser retirado facilmente.
A dose pode ser 12,5 a 25 mg. Uso Pré e Pós- Cirúrgico: Para crianças a dose é de 12,5 a 25 mg e para adultos de 50 mg na noite anterior à cirurgia. A prometazina não é recomendada para crianças menores de 2 anos.
A estimulação pode ser evidente, especialmente em crianças e idosos.
As convulsões raramente ocorrem.
A reação paradoxal tem sido observada em crianças que receberam doses simples de 75 mg a 125 mg via oral, caracterizada por hiperexcitabilidade e pesadelos. Foram observados também sintomas como secura da boca, pupilas dilatadas, rubor e sintomas gastrointestinais. Tratamento: O tratamento de superdosagem é essencialmente sintomático e de suporte.
Somente em casos de superdosagem extrema ou sensibilidade individual aos sinais vitais incluindo respiração, pulso, pressão arterial, temperatura, e EKG, necessitam ser monitorados.
Carvão ativado via oral ou por lavagem deve ser dado, ou sulfato de sódio ou magnésio via oral como purgante.
Deve- se dar atenção ao restabelecimento da troca respiratória adequada através de ventilação assistida ou controlada.
O Diazepam pode ser usado para controlar as convulsões.
As acidoses e perdas eletrolíticas devem ser corrigidas.
Os efeitos depressivos da prometazina não são revertidos pela naloxona.
Devem ser evitados os analépticos, pois podem causar convulsões. A hipotensão severa geralmente responde à administração de norepinefrina ou fenilefrina.
A epinefrina não deve ser usada, pois o seu uso em pacientes com bloqueio adrenérgico parcial pode baixar a pressão arterial. As reações extrapiramidais podem ser tratadas com agentes antiparkinsonianos anticolinérgico, difenidramina, ou barbitúricos.
O uso nesses pacientes deverá ser cauteloso e as doses deverão ser reduzidas. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Número do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: Vide Rótulo/Caixa Reg.
MS N.º 1.0298.0042 Farm.
Resp.: Dr.
Joaquim A dos Reis - CRF-SP N.º 5061 SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800- 7011918 Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos Ltda. Rodovia Itapira- Lindóia, km 14 - Itapira - SP CNPJ N.º 44.734.671/0001-51 Indústria Brasileira REVISADO EM 25/09/01 - Laborat