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Notícias sobre drogas

Ministério da Saúde completa 62 anos com o fortalecimento da Atenção Básica

Garantir que a atenção à saúde seja contínua, integral, de qualidade e humanizada. Essa é uma das prioridades do Ministério da Saúde para fortalecer a atenção básica no país nos próximos anos. Nos 62 anos de ministério, completados no dia 25 de julho, o setor foi sucesso com a execução de vários programas para reduzir a busca pelas emergências dos hospitais e oferecer atendimento com mais qualidade e perto da casa de 140 milhões de brasileiros, em mais de cinco mil municípios espalhados pelo Brasil.

A dona de casa, Maria Aparecida Teixeira, por exemplo, está entre os usuários do programa Brasil Sorridente, um dos destaques da Atenção Básica no país."Foi muito bom pra gente. A gente às vezes não tem condições financeiras boas de ir num dentista particular, então para a gente foi bom demais. Quando eu era mais nova sentia muita dor de dente, então eu sei que isso é outra vida. Graças a Deus e meus familiares estão tendo isso graças ao atendimento desse programa que foi muito bom pra gente. Sempre quando tem uma necessidade maior, uma emergência, a gente chega lá também e é muito bem atendido, aí é bom demais."


Evitando o infarto em qualquer idade

Logo cedo, eles mal acordam e já estão acessando os smartphones para verificar questões de trabalho. Durante o almoço, não se alimentam direito e sempre ocupam a cabeça com os milhares de compromissos de trabalho que têm pelo dia. Ao chegaram em casa, à noite, a palavra descanso é proibida.

Em vez disso, viram a madrugada mergulhados em mais trabalho. Estes são os chamados workaholics – termo em inglês para ‘viciados em trabalho’ –, perfil apropriado para sofrer um infarto a qualquer momento.


Mais Médicos contribui para melhorar atendimento aos povos indígenas

Os desafios são inúmeros e vão desde as dificuldades de chegar às áreas até promover o cuidado da população diferenciada com língua e cultura próprias. Neste contexto, o programa Mais Médicos conseguiu incrementar o número de profissionais onde eram mais necessários. Antes do Mais Médicos, os 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) contavam com 247 médicos que ficavam justamente em locais onde não era necessário dormir na aldeia. Com o programa, o número aumentou para 582 médicos, dos quais 292 são médicos cubanos, oito brasileiros formados no Exterior, 26 intercambistas e nove pelo Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab).

Desde 2011, a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) vem superando adversidades para atender a cerca de 666 mil indígenas que vivem em 305 povos residentes em 5.700 aldeias, sendo que a Região Norte concentra a maior parte dessa população (cerca de 46%). A Sesai é composta de 34 DSEI, 354 Polos Bases, 68 Casas de Saúde Indígena (CASAI), 751 postos de saúde distribuídos nas cinco Regiões Geográficas.


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